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'Exercício para Performers Medíocres' de Tita Maravilha. Rua das Gaivotas 6. Lisboa. Foto: A Padilha.

eu sou medíocre, tu és medíocre, …

‘Exercício para Performers Medíocres’ gira à volta da criação teatral, da formação académica nesta área, de estar em palco e do talento (ou a ausência do mesmo). Falar em mediocridade, frente a uma plateia, é uma provocação e uma defesa. A mediocridade é quase o pior dos males para umx artista. Quem é que define o que é talento, o que é arte, o que é umx artista? O que se espera de uma atriz talentosa, como se deve comportar, qual é a formação de uma artista? Assim, como se de uma mostra de talentos se tratasse, Tita Maravilha levanta estas questões e ironiza sobre elas, criando pontes com o público através da músicas populares, como Lo tuyo es puro teatro de La Lupe, ou músicas brasileiras, jogando com os estereótipos sobre a sua nacionalidade.

La Scortecata

La Scortecata

“É uma comédia triste, uma paródia melancólica sobre oportunidades perdidas, sonhos nunca realizados e nostalgia de uma juventude saudosa que não foi como se sonhava. Uma história de uma sociedade cruel para a mulher, que a faz acreditar que precisa de um príncipe para ser feliz. É um espectáculo de teatro que trouxe para o século XXI um texto antigo, sem ser anacrónico, mas transformando-o em imagens belas e, às vezes, comoventes e cruéis”.

Perfect Match

“‘Perfect Match’ interpela o público diretamente, procurando a sua cumplicidade através de uma linguagem coloquial e familiar, utilizando músicas, coreografias, narrações na primeira pessoa que mostram a diversidade das situações das pessoas, sem, contudo, fugir a temas mais delicados”.

Anda Diana

Anda, Diana

Anda, Diana é um jogo delicado em que o corpo da bailarina está sempre num equilíbrio precário, no qual a repetição dos movimentos quase parece normalizar-se. A biografia da Diana Niepce tem um papel fundamental nesta peça. A Diana, que é bailarina e acrobata, teve um acidente que a deixou tetraplégica, e neste espectáculo o seu corpo é o centro. É um corpo que precisa de ajuda para se mover, mas também é um corpo flexível e resiliente, que consegue ficar em pé.

Atlântico Tiago Cadete

Atlântico

Atlântico, de Tiago Cadete, traz ao palco uma discussão necessária e urgente sobre o colonialismo e a criação de imaginários histórico sque devem ser desconstruídos e permitir assim um olhar mais realista e desassombrado sobre os factos históricos.

Os meus sentimentos Mónica Calle

Não deixes para amanhã o espetáculo que podes ver hoje

O ano 2020 trouxe algumas mudanças difíceis para o nosso dia a dia que continuam em 2021. A pandemia obrigou a muitas pessoas (não todas) a ficar em casa. Quando as coisas pareciam melhorar e pudemos voltar a sair, inventou-se o termo “nova normalidade” como estranha tentativa de explicar que as coisas se tinham alterado, mas eram iguais. Que paciência!

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