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Anda Diana

Anda, Diana

Anda, Diana é um jogo delicado em que o corpo da bailarina está sempre num equilíbrio precário, no qual a repetição dos movimentos quase parece normalizar-se. A biografia da Diana Niepce tem um papel fundamental nesta peça. A Diana, que é bailarina e acrobata, teve um acidente que a deixou tetraplégica, e neste espectáculo o seu corpo é o centro. É um corpo que precisa de ajuda para se mover, mas também é um corpo flexível e resiliente, que consegue ficar em pé.

Atlântico Tiago Cadete

Atlântico

Atlântico, de Tiago Cadete, traz ao palco uma discussão necessária e urgente sobre o colonialismo e a criação de imaginários histórico sque devem ser desconstruídos e permitir assim um olhar mais realista e desassombrado sobre os factos históricos.

Os meus sentimentos Mónica Calle

Não deixes para amanhã o espetáculo que podes ver hoje

O ano 2020 trouxe algumas mudanças difíceis para o nosso dia a dia que continuam em 2021. A pandemia obrigou a muitas pessoas (não todas) a ficar em casa. Quando as coisas pareciam melhorar e pudemos voltar a sair, inventou-se o termo “nova normalidade” como estranha tentativa de explicar que as coisas se tinham alterado, mas eram iguais. Que paciência!

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