Na noite do 16 de xullo, no Palco Grande da Escola D. António da Costa, Almada, celebrouse a entrega dos galardóns que levan o nome do crítico teatral, dramaturgo e poeta Carlos Porto, organizados polo Concello de Almada, destinados a premiar o autor do mellor texto ou conxunto de textos, publicados na prensa portuguesa e estranxeira, tendo por obxecto o Festival de Almada.
O Xurado, composto por Sara Santos, como representante do Concello de Almada; Luís Filipe Simões, representante do Sindicato de Xornalistas de Portugal; Paulo Sérgio Santos, representante da Sociedade Portuguesa de Autores; Rui Cardoso, representante do Clube de Xornalistas; e Inês Gregório, representante do Sindicato de Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos CENA-STE; decidiu concederlle o Premio Internacional de Xornalismo Carlos Porto 2026, na modalidade de prensa especializada, a Afonso Becerra polo acompañamento do Festival nas crónicas ou nos textos online en Artezblai e na erregueté.

O director da erregueté xa tiña recibido este recoñecemento en 2024 polo artigo titulado “A Equipa de Afonso Cruz e Rui M. Silva”, publicado en 2023 na edición online desta revista, e unha Mención de Honra en 2020 polo artigo titulado “Isabelle Hupper y Robert Wilson en el hechizo Mary Said What She Said”, publicado en Artezblai en 2019.
Becerra recibiu esta distinción das mans do director do Festival de Almada, Rodrigo Francisco.

Nos agradecementos, Afonso sinalou: “Estou muito feliz, contente e profundamente agradecido pelo Prémio Internacional de Jornalismo Carlos Porto do Festival de Almada 2026, na modalidade de imprensa especializada. Muito obrigado à Câmara Municipal de Almada e à sua Presidente, Inês de Medeiros, pelo apoio e pela sensibilidade para com a cultura e as artes. Obrigado a toda a equipa do Festival, dirigido por Rodrigo Francisco e, especialmente, ao nosso anfitrião Miguel Martins, que nos facilita imenso todo o trabalho de escrita. Obrigado à maravilhosa equipa de Acolhimento: Carina Verdasca, Susana Ferreira, Filipe Carvalho, Nuno Fonseca, Vânia Dinis, Vasco Paixão e às duas estagiárias Sofia Proença e Isis Vargens, que também contribuem para que tenhamos tempo para ver espetáculos e para escrever. E um obrigado cheio de amor à Maria José Albarran Alves de Carvalho, que dá sempre uma vista de olhos aos meus artigos redigidos em português para lhes fazer uma pequena revisão linguística. É a segunda vez que me concedem este Prémio, que leva o nome de um dramaturgo, poeta e crítico muito admirado através dos livros que li dele e das memórias e do amor de Teresa Cayolla Porto. Um festival de artes cénicas organizado por uma companhia de teatro e com pessoas do setor teatral à sua frente faz toda a diferença no acolhimento, no trato, nas conversas, nas cumplicidades… e tudo isto não tem preço!”

No escenario do Grande Auditório da Escola D. António da Costa de Almada, o xornalista Gonçalo Frota, recibiu das mans de Teresa Cayolla Porto, o Premio na modalidade de prensa xeralista, pola cobertura extensa e crítica na versión impresa e online do diario portugués Público. Das mans de Inês de Medeiros, alcaldesa de Almada, o crítico do diario nacional de Escocia Sunday Herald e do diario británico Daily Telegraph, Mark Brown recibiu o Grande Premio Carlos Porto polo traballo titulado Nascido da Revolução: Uma breve história do Festival de Almada, valorando “a visión transversal do Festival e da súa historia, da tradición presente e perspectivas de futuro.”





